2006/03/10

Aplaudir ou não aplaudir? Cumprimentar ou não cumprimentar?

Interessante discussão sobre estas questões e as atitudes de Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa e Mário Soares nos textos de António Figueira e Fernando Venâncio no Aspirina B.

4 comentários:

Nuno disse...

Na minha opinião, Jerónimo foi o único dos três que esteve bem.
Quem não concorda e não se identifica com um discurso, não aplaude. Não há nisso qualquer falta de respeito ou má educação. Há apenas o marcar da diferença de opinião.
Não cumprimentar o Presidente eleito democraticamente (não se trata de beijar a mão), principalmente quando se é líder de um partido com representação parlamentar ou membro vitalício do Conselho de Estado, manifesta falta de respeito, má educação e, neste caso, mau perder. Para todos os efeitos Cavaco é agora o seu Presidente.
É sintomático que estes comportamentos venham na linha do que foi a atitude dos mesmos senhores na campanha e que a correspondente penalização eleitoral não tenha sido bem interpretada.

Filipe Moura disse...

De acordo, Nuno.

Emiéle disse...

No essencial até concordo convosco - só se aplaude aquilo com que se concorda, e o cumprimento era uma simples cortesia. Mas também acho que foi um fait-divers muito empolado pelos media. Assim como a história do aperto de mão do Carmona e Carrilho. A importância do facto é muito relativa...

Filipe Moura disse...

Atenção: também acho a classificação que o Fernando dá ("gente de segunda") exagerada por coisa tão pouca.