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2015/02/02
As tendências dos desportivos
Sabe-se que cada um dos três jornais desportivos tem uma preferência por cada um dos três grandes. Hoje é um daqueles dias em que, olhando para as respetivas capas e vendo o "animal" mencionado em cada manchete, isso fica perfeitamente demonstrado.
2014/07/04
2014/07/02
Após os oitavos de final
Uma das razões por que valorizamos (injustamente) muito mais o ponta de lança que o guarda redes é, sobretudo, gostarmos de ver golos. Lembramo-nos muito mais das grandes jogadas de ataque que das grandes defesas dos guarda redes. Em contrapartida recordamo-nos muito mais dos frangos, dos falhanços dos guarda redes, que das perdidas flagrantes dos avançados. Se gostássemos de ver defesas como gostamos de ver golos, o lugar de guarda redes não seria maldito, tão maldito que nem lá cresce relva, como dizia o cronista. Pois querem saber? Para mim este está a ser o Mundial dos grandes guarda redes.
2012/06/27
2011/12/06
O doutor do futebol
De 82 recordo-me de uma entrevista (a entrevista era a sério) ao Peninha (!), numa revista Disney brasileira especial dedicada ao Mundial (que retratava o Zico como primo afastado do Zé Carioca...), onde afirmava esperar que os portugueses apoiassem o Brasil e... que o Zico era melhor que o Maradona (em 1982). Sócrates, que celebrava os golos de punho fechado erguido, como recorda o Tiago Mota Saraiva. O "verdadeiro Sócrates de esquerda", como lhe chama o Pedro Fragoso, que escreve uma evocação que também recomendo. Ficam algumas páginas da entrevista com o Peninha, e uma grande saudade.
2011/04/11
Perigo para Portugal
Com Queirós como selecionador do Irão, a curto prazo corremos o risco de o Ahmadinejad nos querer retirar do mapa.
2011/01/14
Um português orgulhoso
Repito o que aqui escrevi há uns meses, quando voltou a sagrar-se campeão europeu: nunca antes houve na história do futebol um treinador como ele. Parabéns, José Mourinho!
2010/10/08
Muita tranquilidade para a seleção
Independentemente da enorme trapalhada que se gerou, regozijo-me pelo afastamento de Carlos Queirós do cargo de selecionador nacional. É indesmentível: enquanto treinador principal de séniores, o currículo de Paulo Bento é muito melhor. E agora desejo que o Paulo faça na seleção um trabalho se possível ainda melhor que o que fez no Sporting.
2010/07/16
Resumo rápido do Mundial de Futebol
Um campeão do mundo inédito – e uma proeza inédita para uma seleção europeia: ser campeã fora do seu continente. A única seleção que até hoje conseguira tal desiderato fora o Brasil – em 1958 (campeão na Suécia) e em 2002 (campeão na Coreia e no Japão).
Integrando ao longo do tempo (em linguagem comum, historicamente) a Holanda merecia mais um campeonato do mundo do que a Espanha. Mas a verdade é que esta Espanha, nos dias de hoje, é muito mais herdeira do vistoso futebol holandês da década de 70 do que a atual Holanda. Parabéns aos campeões. E aos derrotados, e a todos os que fizeram este magnífico e emocionante mundial.
Integrando ao longo do tempo (em linguagem comum, historicamente) a Holanda merecia mais um campeonato do mundo do que a Espanha. Mas a verdade é que esta Espanha, nos dias de hoje, é muito mais herdeira do vistoso futebol holandês da década de 70 do que a atual Holanda. Parabéns aos campeões. E aos derrotados, e a todos os que fizeram este magnífico e emocionante mundial.
2010/07/11
A mais importante das coisas menos importantes
Por estes dias, nos blogues de esquerda quase só se fala de futebol.
Embora eu concorde plenamente com este texto do Nuno Ramos de Almeida – a política não é definitivamente chamada para explicar o que se passa no relvado -, é
bastante consensual que a forma de jogar das seleções reflete caraterísticas nacionais. Os exemplos são vários: a organização e o coletivo alemães, o individualismo e o improviso sul-americanos, o cinismo e o maquiavelismo italianos… Penso mesmo que as extrapolações da política para o futebol têm mais a ver com as extrapolações destas caraterísticas para a política. E no dia a dia estas caraterísticas, se não fazem a política, fazem parte da realidade internacional.
Um bom exemplo de tais extrapolações será o definir-se, como é habitual, um futebol mais baseado nos rasgos individuais como “de esquerda”, enquanto um futebol mais disciplinado taticamente seria “de direita”. Num contexto internacional, quem pratica o primeiro tipo de futebol são países emergentes como o Brasil ou a Argentina e “PIGS” como Portugal, enquanto o arquétipo de quem pratica o segundo tipo de futebol é quem dita a ordem na Europa, a Alemanha. Mas estes países, como todos os outros, já tiveram governos de esquerda e de direita, e nem por isso as suas caraterísticas mudaram. Esta distinção pode fazer sentido para altermundialistas para quem quem governa é sempre de direita, mas não creio que tenha grande utilidade prática.
Dito isto, falar-se em futebol “de esquerda” como o mais espetacular, o mais aberto, em oposição a um futebol “de direita” mais fechado e mais interessado no resultado preocupa-me pelo que indicia. Então a esquerda não está preocupada com o resultado? Só a direita é que está interessada em ganhar?
Embora eu concorde plenamente com este texto do Nuno Ramos de Almeida – a política não é definitivamente chamada para explicar o que se passa no relvado -, é
bastante consensual que a forma de jogar das seleções reflete caraterísticas nacionais. Os exemplos são vários: a organização e o coletivo alemães, o individualismo e o improviso sul-americanos, o cinismo e o maquiavelismo italianos… Penso mesmo que as extrapolações da política para o futebol têm mais a ver com as extrapolações destas caraterísticas para a política. E no dia a dia estas caraterísticas, se não fazem a política, fazem parte da realidade internacional.
Um bom exemplo de tais extrapolações será o definir-se, como é habitual, um futebol mais baseado nos rasgos individuais como “de esquerda”, enquanto um futebol mais disciplinado taticamente seria “de direita”. Num contexto internacional, quem pratica o primeiro tipo de futebol são países emergentes como o Brasil ou a Argentina e “PIGS” como Portugal, enquanto o arquétipo de quem pratica o segundo tipo de futebol é quem dita a ordem na Europa, a Alemanha. Mas estes países, como todos os outros, já tiveram governos de esquerda e de direita, e nem por isso as suas caraterísticas mudaram. Esta distinção pode fazer sentido para altermundialistas para quem quem governa é sempre de direita, mas não creio que tenha grande utilidade prática.
Dito isto, falar-se em futebol “de esquerda” como o mais espetacular, o mais aberto, em oposição a um futebol “de direita” mais fechado e mais interessado no resultado preocupa-me pelo que indicia. Então a esquerda não está preocupada com o resultado? Só a direita é que está interessada em ganhar?
2010/07/09
O triunfo dos porcos
Puyol marca contra o dirigismo e protecionismo alemães. Pelos povos do sul, em nome de uma Europa solidária. Dança, Angela Merkel, dança!
2010/06/29
A boa notícia futebolística do dia
A dentição mais fotografada em Portugal ao longo dos últimos três anos vai sair para o Real Madrid. Não me importa muito se é bem vendido ou não: nunca percebi a obsessão generalizada à volta desta dentição, bem como nunca percebi a incapacidade do rapaz em manter a boca fechada.
Quanto à outra notícia futebolística do dia, não é nada de inesperado. Qualquer sportinguista sabe a capacidade do Prof. Carlos Queirós em arruinar estratégias e "partir" equipas com substituições incompreensíveis (para a seguir inventar desculpas esfarrapadas). Desta vez não foram 6 por causa do Eduardo, que em conjunto com o Hugo Almeida era quem menos merecia ser eliminado.
2010/05/24
Mourinho
Cristiano Ronaldo, Messi, são grandes jogadores. Mas como eles houve outros: Maradona, Pelé, Eusébio, Cruyff.
Os miúdos afirmavam que, quando fossem grandes, queriam ser como estes jogadores. Mas agora afirmam que, quando forem grandes, "querem ser como Mourinho". O que é muito bom, tendo em conta que nunca, antes do treinador agora mais uma vez campeão europeu, a inteligência desempenhara um papel tão importante no futebol. Só por isto se vê que nunca antes houve na história do futebol um treinador como ele.
Os miúdos afirmavam que, quando fossem grandes, queriam ser como estes jogadores. Mas agora afirmam que, quando forem grandes, "querem ser como Mourinho". O que é muito bom, tendo em conta que nunca, antes do treinador agora mais uma vez campeão europeu, a inteligência desempenhara um papel tão importante no futebol. Só por isto se vê que nunca antes houve na história do futebol um treinador como ele.
2010/05/10
Benfica campeão (5)
O Benfica é um justo campeão. O Braga fez um excelente campeonato. Da minha parte, valha-me o Beira Mar...
Benfica campeão (4)
Sentia-me rodeado de adeptos benfiquistas que se dirigiam ao Marquês de Pombal como se estivesse no meio de uma festa que não era minha. Não me sentia propriamente mal. Sentir-me-ia mal se o Benfica tivesse ganho o campeonato na última jornada ao meu clube, mas o Benfica não tem culpa que o meu clube tenha realizado a pior época de sempre, tendo ficado pela primeira vez mais perto do último que do primeiro, em termos de pontos.
Senti-me melhor ali, provavelmente, que em Braga. A equipa do Braga está de parabéns. Os adeptos, não, como se comprova pela invasão da Casa do Benfica em Braga. Confirma o que há muito sentia: no Minho os adeptos de futebol são fanáticos.
Senti-me melhor ali, provavelmente, que em Braga. A equipa do Braga está de parabéns. Os adeptos, não, como se comprova pela invasão da Casa do Benfica em Braga. Confirma o que há muito sentia: no Minho os adeptos de futebol são fanáticos.
Benfica campeão (3)
Os cachecóis diziam "Graças a Deus não nasci lagarto". Os cânticos eram "Pinto da Costa pró c...". Qualquer um deles é normal. Não venham é dizer que só os sportinguistas é que pensam sempre nos adversários.
Benfica campeão (2)
...com a bênção do papa. Era giro olhar para aquela turba a festejar no Marquês de Pombal sob um retrato gigantesco do papa. Mais giro ainda é supor como deixam a cidade para o cortejo da visita de amanhã.
Benfica campeão (1)
hordas de benfiquistas desciam o Parque Eduardo VII em direção ao Marquês de Pombal. É preciso o Benfica ser campeão para os benfiquistas irem pela primeira vez à Feira do Livro.
2010/04/29
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