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2008/09/07
2008/08/13
Grande texto, João Miranda
Refiro-me a este, publicado no DN de 9 de Agosto. Começa por ser sobre o computador "Magalhães", mas vai muito para além deste assunto. Leiam (também no De Rerum Natura), que vale bem a pena.
2008/04/16
2008/03/14
NVIDIA graphics driver
Era esse o nome do problema.
Desde há mais de uma semana o meu computador estava instável. Cada vez que eu queria ver um vídeo ele entrava em pane e tinha que ser reinicializado. Apercebi-me de que o problema deveria ser uma driver. Fiz todo o tipo de troubleshooting do Windows. Nada. O problema continuava. Cada vez que eu entrava inadvertidamente numa página com vídeo (como acontece com A Bola, por exemplo) o computador entrava em pane e eu tinha que o reinicializar.
Decidi então reinstalar algum software. Primeiro o Windows Media Player (com os codecs todos). Depois o Internet Explorer. O problema melhorou: em vez de o computador entrar em pane, reinicializou-se automaticamente. Por isso, a análise ao sistema após a reinicialização detectou aquilo que todos os troubleshootings que eu fizera não foram capazes. O problema era este. E a solução era reinstalar a driver.
Moral da história: quando o computador entra em pane, é preferível se ele se reinicializar sozinho. Se o tivermos que reinicializar nós, podemos ter problemas.
Desde há mais de uma semana o meu computador estava instável. Cada vez que eu queria ver um vídeo ele entrava em pane e tinha que ser reinicializado. Apercebi-me de que o problema deveria ser uma driver. Fiz todo o tipo de troubleshooting do Windows. Nada. O problema continuava. Cada vez que eu entrava inadvertidamente numa página com vídeo (como acontece com A Bola, por exemplo) o computador entrava em pane e eu tinha que o reinicializar.
Decidi então reinstalar algum software. Primeiro o Windows Media Player (com os codecs todos). Depois o Internet Explorer. O problema melhorou: em vez de o computador entrar em pane, reinicializou-se automaticamente. Por isso, a análise ao sistema após a reinicialização detectou aquilo que todos os troubleshootings que eu fizera não foram capazes. O problema era este. E a solução era reinstalar a driver.
Moral da história: quando o computador entra em pane, é preferível se ele se reinicializar sozinho. Se o tivermos que reinicializar nós, podemos ter problemas.
2008/03/13
Não há pachorra para as redes sociais
Refiro-me a coisas como o hi5, o Zorpia, o Plaxo, o Star Tracker... Tenho uma conta neles todos e nunca a uso. As desvantagens da diversidade vêem-se aqui: não seria muito melhor uma “concentração de redes”?
Cada amigo meu tem uma rede diferente, e cada um convida-me a pertencer a uma rede diferente. Uma amiga minha, então, pertence às redes todas, e manda-me sempre convites que eu vou aceitando, algo acriticamente, para nunca mais lhes ligar.
Tirando o hi5 (uma rede “social” para adolescentes), as outras redes têm como objectivo ter contactos, e manter os contactos actualizados, algo importante num mundo onde as pessoas vivem em mutação constante. Se eu mudar a minha morada, telefone, emprego, em vez de contactar todos os meus amigos e conhecidos, altero os meus dados no meu perfil na rede, sem dar trabalho nenhum aos meus amigos, que no máximo (se quiserem) receberão a informação num email. Está sempre tudo disponível na rede. Cada pessoa trata assim dos seus dados e corrige-os nas “agendas” dos outros. É simples. O complicado é ter que fazer alterações destas em todas as redes!
Decidi portanto só tomar a sério as redes onde encontro a maioria dos meus amigos e conhecidos. E são duas: o LinkedIn, altamente profissional, e o Facebook, bem mais informal (uma versão um pouquinho menos infanto-juvenil do hi5). Porquê o Facebook? Porque por alguma razão encontro lá montes de colegas meus, físicos teóricos, que se inscreveram lá independentemente (recebi o convite de um).
Cada amigo meu tem uma rede diferente, e cada um convida-me a pertencer a uma rede diferente. Uma amiga minha, então, pertence às redes todas, e manda-me sempre convites que eu vou aceitando, algo acriticamente, para nunca mais lhes ligar.
Tirando o hi5 (uma rede “social” para adolescentes), as outras redes têm como objectivo ter contactos, e manter os contactos actualizados, algo importante num mundo onde as pessoas vivem em mutação constante. Se eu mudar a minha morada, telefone, emprego, em vez de contactar todos os meus amigos e conhecidos, altero os meus dados no meu perfil na rede, sem dar trabalho nenhum aos meus amigos, que no máximo (se quiserem) receberão a informação num email. Está sempre tudo disponível na rede. Cada pessoa trata assim dos seus dados e corrige-os nas “agendas” dos outros. É simples. O complicado é ter que fazer alterações destas em todas as redes!
Decidi portanto só tomar a sério as redes onde encontro a maioria dos meus amigos e conhecidos. E são duas: o LinkedIn, altamente profissional, e o Facebook, bem mais informal (uma versão um pouquinho menos infanto-juvenil do hi5). Porquê o Facebook? Porque por alguma razão encontro lá montes de colegas meus, físicos teóricos, que se inscreveram lá independentemente (recebi o convite de um).
2008/02/06
Não deu samba
Planeava ter ido ao Carnaval da Mealhada, como fui o ano passado, mas no domingo este foi cancelado (como todos os carnavais a norte da Figueira da Foz, este incluído) devido ao mau tempo.
O que me valeu foram os meus contactos, pois caso contrário teria feito a viagem (de onde me encontrava, de comboio eram 45 minutos) debalde. Estamos na quarta feira de cinzas, e quem for à página do Carnaval da Mealhada não vê uma única referência ao cancelamento do desfile de domingo. Nada. Para eles pelos vistos é tudo perfeitamente normal: as pessoas viajarem e baterem com o nariz na tenda ou no sambódromo vazio. O mesmo pode ser dito do Carnaval de Estarreja. Estamos em pleno século XXI, gentes! As páginas da rede são muito bonitinhas, mas têm um objectivo: informar as pessoas em tempo real! Estão a ver?
Definitivamente, ponto a favor do Carnaval de Ovar, que é de longe o que tem a melhor página na rede, com mais informações (entre as quais a do cancelamento do desfile de domingo). A página da Mealhada tem uma música fixe para se ouvir no gabinete mas é muitíssimo pobre, e a actualização da de Estareeja deixa muito a desejar. Vamos corrigir isso?
O que me valeu foram os meus contactos, pois caso contrário teria feito a viagem (de onde me encontrava, de comboio eram 45 minutos) debalde. Estamos na quarta feira de cinzas, e quem for à página do Carnaval da Mealhada não vê uma única referência ao cancelamento do desfile de domingo. Nada. Para eles pelos vistos é tudo perfeitamente normal: as pessoas viajarem e baterem com o nariz na tenda ou no sambódromo vazio. O mesmo pode ser dito do Carnaval de Estarreja. Estamos em pleno século XXI, gentes! As páginas da rede são muito bonitinhas, mas têm um objectivo: informar as pessoas em tempo real! Estão a ver?
Definitivamente, ponto a favor do Carnaval de Ovar, que é de longe o que tem a melhor página na rede, com mais informações (entre as quais a do cancelamento do desfile de domingo). A página da Mealhada tem uma música fixe para se ouvir no gabinete mas é muitíssimo pobre, e a actualização da de Estareeja deixa muito a desejar. Vamos corrigir isso?
2007/01/23
2006/11/21
Sobre o blackout de ontem
Já que também é a Semana da Tecnologia, um pouco de informática: não esquecer que os computadores têm uma memória cache! Que, pelos vistos, no Internet Explorer da Microsoft se torna um problema. Ponto a favor do Firefox. Ou será que o problema é mesmo do Windows, e portanto também poderia ter sucedido mesmo com o Internet Explorer? Quem souber que me esclareça por favor.
2006/05/12
Antes fosse a lutar com o latex!
Conforme bem notou o Nelson (sem acento, embora em português se escreva Nélson) é LaTex e não latex (este último é uma borracha usada no fabrico de preservativos...). Era para alterar o texto, mas depois li a frase «Após duas noites muito mal dormidas a lutar com o Latex...» e deixei estar. Antes tivesse sido essa a razão por que eu esta semana dormi pouco.
Durma-se com um software destes
Após duas noites muito mal dormidas a lutar com o Latex, terminei o ficheiro com a apresentação do meu seminário. Costumava dar seminários em acetatos (impressos), mas achei que estava mais do que na hora de me converter às apresentações electrónicas. Só que, com as fórmulas complexas que tenho que apresentar (e que nos artigos têm imperativamente de ser escritas no Latex), continuei a trabalhar neste software, procurando na internet os programas que me permitiriam fazê-lo. Só então vi bem (mais uma vez!) a paciência que é preciso ter com o software de distribuição gratuita (open-source). Não só existem mil e uma versões diferentes, como cada uma dessas versões tem instruções diferentes de instalação e utilização. Por vezes, a mesma versão em locais diferentes tem instruções diferentes.
Especificando: tinha a usar uma package do Latex chamada Prosper. O objectivo era obter um ficheiro .pdf todo semelhante aos do PowerPoint, só que com as fórmulas todas (e sem ser da Microsoft, o Bill Gates e coisa e tal). As intruções diziam que eu tinha que usar um comando chamado pdflatex. Instalei tudo e a coisa nada de funcionar. Aparentemente antes de ter instalada aquela package, tinha que ter instaladas mais não sei quantas packages. Que não tinha. (A instalação não é autosuficiente, portanto.) Todas essas packages existem para sacar em não sei quantas versões (sem nenhuma versão oficial, que no software de distribuição gratuita é coisa que não existe), e a package Prosper não funciona com todas essas versões. Falei com um colega (algo que deveria ter feito de princípio), que me disse onde poderia usar a tal package em Linux, já instalada (nos computadores da universidade), e que nunca deveria usar o pdflatex: teria de ser o latex normal, seguido de um comando chamado dvipdf -sPAPERSIZE=a4. Lá tive de me ligar aos computadores da universidade e acabar o trabalho lá. Tudo correu bem, mas muitas horas foram perdidas com estas "experiências". Cada vez que um tipo se mete com o software livre dá nisto - ou se é basicamente um engenheiro informático e se conhecem todos os comandos do Linux, ou perdem-se horas, dias, sem nunca se perceber o que se passa.
Finalmente outros dois colegas (com quem eu deveria ter falado à partida) revelaram-me que existe um conversor (de distribuição gratuita...) de Latex para PowerPoint, que permite usar este último sem ter que estar a reescrever as fórmulas todas. Palavra: eu tenho a maior simpatia por todo o software de distribuição livre, mas também tenho a maior simpatia pelo meu tempo (e já não tenho idade para fazer directas a trabalhar). Acho que me vou converter ao tal conversor.
Adenda: a ligação segura aos computadores da Universidade é feita pelo Putty, um simpático programa de ligação a uma máquina Linux a partir de um computador Windows. É um programa muito simples, de distribuição livre, e que se saca sempre do mesmo sítio. Já uso o Putty há anos e nunca me deixou ficar mal.
Especificando: tinha a usar uma package do Latex chamada Prosper. O objectivo era obter um ficheiro .pdf todo semelhante aos do PowerPoint, só que com as fórmulas todas (e sem ser da Microsoft, o Bill Gates e coisa e tal). As intruções diziam que eu tinha que usar um comando chamado pdflatex. Instalei tudo e a coisa nada de funcionar. Aparentemente antes de ter instalada aquela package, tinha que ter instaladas mais não sei quantas packages. Que não tinha. (A instalação não é autosuficiente, portanto.) Todas essas packages existem para sacar em não sei quantas versões (sem nenhuma versão oficial, que no software de distribuição gratuita é coisa que não existe), e a package Prosper não funciona com todas essas versões. Falei com um colega (algo que deveria ter feito de princípio), que me disse onde poderia usar a tal package em Linux, já instalada (nos computadores da universidade), e que nunca deveria usar o pdflatex: teria de ser o latex normal, seguido de um comando chamado dvipdf -sPAPERSIZE=a4. Lá tive de me ligar aos computadores da universidade e acabar o trabalho lá. Tudo correu bem, mas muitas horas foram perdidas com estas "experiências". Cada vez que um tipo se mete com o software livre dá nisto - ou se é basicamente um engenheiro informático e se conhecem todos os comandos do Linux, ou perdem-se horas, dias, sem nunca se perceber o que se passa.
Finalmente outros dois colegas (com quem eu deveria ter falado à partida) revelaram-me que existe um conversor (de distribuição gratuita...) de Latex para PowerPoint, que permite usar este último sem ter que estar a reescrever as fórmulas todas. Palavra: eu tenho a maior simpatia por todo o software de distribuição livre, mas também tenho a maior simpatia pelo meu tempo (e já não tenho idade para fazer directas a trabalhar). Acho que me vou converter ao tal conversor.
Adenda: a ligação segura aos computadores da Universidade é feita pelo Putty, um simpático programa de ligação a uma máquina Linux a partir de um computador Windows. É um programa muito simples, de distribuição livre, e que se saca sempre do mesmo sítio. Já uso o Putty há anos e nunca me deixou ficar mal.
2006/04/27
O fim da internet como nós a conhecemos?
Não será ainda o fim, mas poderá muito bem ser o princípio do fim, pelo menos nos EUA. Contra este projecto estão o movimento MoveOn.org, of course, a Amazon, o Google e deveriam estar todos os bloguistas e internautas em geral. No rescaldo do dia da Liberdade, é também tempo de nos preocuparmos com isto.
2006/03/23
Pequena questão
Conseguem ver a fotografia nesta entrada? Se estiver em Windows (com o IE), consigo. Em Linux, com Mozilla, não consigo! A fotografia aparece com outro endereço. Se colocar esse endereço passo a vê-la em Linux mas deixo de a ver em Windows. E vocês, conseguem vê-la? Com que sistema/browser?
Se alguém entendido nos álbuns fotográficos do Yahoo quiser dar um esclarecimento, ficarei agradecido.
Se alguém entendido nos álbuns fotográficos do Yahoo quiser dar um esclarecimento, ficarei agradecido.
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