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2015/04/17

José Mariano Gago (1948-2015)

Não quero ser mal entendido: não lhe devo favor nenhum, e julgo ter mérito em tudo o que, modestamente, alcancei. Falo somente de oportunidades. Considerando as oportunidades que não tinha antes dele e as oportunidades que não tenho depois dele, é evidente que devo tudo a este homem.

2015/03/01

o Avesso do Avesso - nove anos

De acordo com o sitemeter, 218802 visitas, 277479 carregamentos de página. O motigo, a que achava tanta graça, infelizmente acabou!

2014/05/21

40 anos do "cubo mágico"

Nunca fui capaz de o resolver. Também tinha para aí sete anos quando ele chegou a Portugal e virou moda. Havia uma canção "Isto começa a ser trágico" a lamentar a alienação que ele causava ao pessoal. Mas era por um bom motivo: a resolução está longe de ser fácil. Tenho saudades do tempo em que as pessoas se alienavam com estas coisas e não com smartphones e ipads.

2014/03/01

o Avesso do Avesso - oito anos num computador perto de si

O título desta já tradicional postagem costumava ser "o Avesso do Avesso - oito anos num computador perto de si", mas em Janeiro comprei um smartphone (o meu telemóvel anterior era do tempo do Blogue de Esquerda) e então dei-me conta da desatualização do título...

De acordo com o sitemeter, 213950 visitas, 271699 carregamentos de página. De acordo com o motigo (não muito apreciado por alguns leitores...), 271699 visitas, 60,7% das quais de Portugal, 21,4% do Brasil, 3,2% dos EUA, 3% de França, 2,9% do Reino Unido, 1,7% da Suíça, 1,3% da Alemanha, 1,1% da Espanha, 0,6% da Holanda, 0,5% da Bélgica e 3,6% de outros países. 15,5% à segunda, 15,9% à terça, 16,0% à quarta, 15,7% à quinta, 14,4% à sexta, 11% ao sábado e 11,6% ao domingo. As postagens continuam a ser escassas - também o têm sido no Esquerda Republicana e no A nossa fé. Afazeres profissionais e a concorrência do Facebook para os textos "pequenos" e pessoais justificam esta diminuição. Ainda assim, o Avesso do Avesso mantém-se como o meu blogue pessoal. Muito obrigado a quem por aqui vai passando.

2013/12/29

Chá preto marca Tetley, established in England in 1837. Leio em inglês: "Tea is refreshing and counts towards your fluid intake". O mesmo texto em espanhol: "El té es refrescante y cuenta como parte de la ingesta diaria de líquidos". Em português: "O chá é refrescante e contém imensos fluidos". (Também tem em grego, mas infelizmente não consigo ler.)

2013/03/01

o Avesso do Avesso - sete anos num computador perto de si

De acordo com o sitemeter, 206163 visitas, 262199 carregamentos de página. De acordo com o motigo (não muito apreciado por alguns leitores...), 203028 visitas, 61% das quais de Portugal, 21% do Brasil, 3,1% dos EUA, 3,1% de França (diferença de seis visitas...), 2,9% do Reino Unido, 1,7% da Suíça, 1,3% da Alemanha, 1,1% da Espanha, 0,6% da Holanda, 0,5% da Bélgica e 3,5% de outros países. 15,5% à segunda, 15,9% à terça, 16,0% à quarta, 15,7% à quinta, 14,4% à sexta, 11% ao sábado e 11,5% ao domingo. As postagens têm sido bem mais escassas - também o têm sido no Esquerda Republicana e no A nossa fé. Afazeres profissionais e a concorrência do Facebook para os textos "pequenos" e pessoais justificam esta diminuição. Ainda assim, o Avesso do Avesso mantém-se como o meu blogue pessoal. Muito obrigado a quem por aqui vai passando.

2012/10/16

Coisas que só sucedem no norte

Na caixa, a empregada do supermercado chama-me a atenção: "Olhe que isto são coentros! De certeza que quer coentros?" Face à minha confirmação, ela justificou-se: "a maioria das pessoas quer é salsa, e leva os coentros por engano".

2012/09/10

Eu nasci assim

Na televisão o "Dancin'Days", "O Astro" e, a partir de hoje, a "Gabriela". No governo, o FMI. Para regressarmos à minha mais tenra infância só faltam o general Eanes na presidência e o Sporting campeão.

2012/03/01

o Avesso do Avesso - seis anos num computador perto de si

De acordo com o sitemeter, 196676 visitas, 248142 carregamentos de página. De acordo com o motigo (não muito apreciado por alguns leitores...), 192449 visitas, 61,5% das quais de Portugal, 20,3% do Brasil, 3,2% de França, 3,0% dos EUA, 3,0% do Reino Unido, 1,8% da Suíça, 1,3% da Alemanha, 1,1% da Espanha, 0,6% da Holanda, 0,5% da Bélgica e 3,6% de outros países. 15,6% à segunda, 15,9% à terça, 16,0% à quarta, 15,7% à quinta, 14,4% à sexta, 10,9% ao sábado e 11,5% ao domingo. Mesmo se as postagens são mais escassas, desde que escrevo no Esquerda Republicana e, desde Janeiro, no A nossa fé, o Avesso do Avesso continua como o meu blogue pessoal. Muito obrigado a quem por aqui vai passando.

2011/10/17

No rescaldo da manifestação de ontem

Foto de José Carlos Pratas - "Diário de Notícias"
Em Lisboa, como podem ver, eram muitos os indignados. Tudo boa gente, se excetuarmos um grupo que andava lá pelo meio: facilmente identificável, ao centro da foto, através de um fulano com uma camiseta vermelha, claro, e uma mochila "QCD" também vermelha. Ao seu lado um jovem socialista, um conhecido republicano laicista e uma física de partículas. Tudo gente estranha.

2011/06/06

A título pessoal, e muito insatifeito com o resultado global

Votei bem – o meu voto elegeu um deputado -, e fiquei aliviado com isso.

2011/06/03

O meu voto

Não dou, de forma nenhuma, importância a Miguel Serras Pereira ou João Tunes para, afinal, não votar no Bloco de Esquerda só por causa deles. Também não dou essa importância ao meu amigo Ricardo Santos pois, apesar de lhe ter dito o contrário (e na altura em que lho disse não estava a fazer bluff), e apesar do seu (se calhar incorrigível) sectarismo (e de muitos outros militantes do PCP), vou votar na CDU nestas eleições. Tal justifica-se por votar em Braga, e as sondagens porem em risco a eleição de um deputado com valor, Agostinho Lopes, que, sendo muito próximo de Carlos Carvalhas, representa um setor não tão ortodoxo do PCP. Se votasse, por exemplo, em Coimbra, o sentido do meu voto seria de certeza outro (no Bloco de Esquerda). Se votasse em Lisboa, Porto ou Setúbal, talvez – friso o talvez – fosse outro. Em Braga achei esta solução de compromisso. Não espero muito deste meu voto. Espero que o PCP seja igual ao que sempre foi, e face ao governo que se adivinha eu quero oposição total (e nisso o PCP é bom). Por não esperar nada do PCP, não me apetece castigá-los tanto. Apetece-me castigar todos os partidos de esquerda: o PCP, pois claro, mas mais o Bloco. Pela sua indefinição ideológica, por num dia apoiar um candidato presidencial para no dia seguinte apresentar uma moção de censura: apetece-me castigar quem procede desta forma. Também me apetece castigar o PS, em quem votei nas últimas eleições, por me ter defraudado. E é isto. Muito negros tempos se adivinham; espero que, ao menos, nas próximas eleições legislativas, consiga votar com mais convicção.

2011/03/01

o Avesso do Avesso - cinco anos num computador perto de si

De acordo com o sitemeter, 180335 visitas, 226469 carregamentos de página.
De acordo com o motigo (não muito apreciado por alguns leitores...), 178786 visitas, 62% das quais de Portugal, 19,6% do Brasil, 3,3% de França, 3% do Reino Unido, 2,9% dos EUA, 1,9% da Suíça, 1,4% da Alemanha, 1,1% da Espanha, 0,7% da Holanda, 0,5% da Bélgica e 3,5% de outros países. 15,5% à segunda, 15,9% à terça, 16,0% à quarta, 15,7% à quinta, 14,5% à sexta, 10,9% ao sábado e 11,4% ao domingo.

Mesmo se as postagens são mais escassas, desde que escrevo no Esquerda Republicana, o Avesso do Avesso continua como o meu blogue pessoal. Muito obrigado a quem por aqui vai passando.

2010/12/31

Sempre Xutos

Até já, no Terreiro do Paço. Bom ano novo para todos!

2010/07/19

Numa suíte de um hotel em Barajas, Madrid...

...à espera da ligação para Buenos Aires. A ligação original, esta madrugada, foi impossível de apanhar graças ao atraso do vôo Lisboa-Madrid.

2010/07/18

Rumo ao sul

Vou à terra da Mafalda por duas semanas. Não deixarei de a visitar, como é óbvio. E verificarei se é mesmo verdade que no hemisfério sul as ideias nos caem. E os turbilhões giram em sentido contrário.

2010/05/17

Há dez anos

Fez na sexta feira dez anos. Comprei um bilhete de avião de Nova Iorque para a Califórnia, para daí a duas semanas. Comprei a máquina fotográfica que não poderia deixar de levar (e que ainda hoje é a minha máquina fotográfica - uma máquina digital das primeiras). Comprei os bilhetes para o concerto do João Gilberto no Carnegie Hall, depois de voltarmos da Califórnia. Comprei o álbum "Passarim", do Tom Jobim, na Trumps Tower, na 5ª Avenida. O meu amigo que comigo ia, e que ficou no carro, estacionado ao pé do Hudson, foi abordado por prostitutas e ia sendo preso (fui dar com ele com as mãos em cima do capot, a ser revistado pela polícia). Foi um dia verdadeiramente inesquecível, por tudo isto. Mas o mais inesquecível foi chegarmos a Newark, para jantarmos na Marisqueira Seabra, sem sabermos de resultado nenhum (bem bastara a deceção de uma semana antes, em Alvalade, com o Benfica), e darmos com uma festa verde e branca.

2010/05/14

Um 13 de Maio com tolerância de ponto

Enquanto no Técnico recebiam a visita do diretor-geral do CERN, que dava uma palestra, eu aqui no Minho tive que pedir que os seguranças me abrissem a porta do lugar de trabalho. Mas tinha marcado uma reunião com um aluno, à mesma hora em que o Papa rezava missa em Fátima.

2010/03/23

Recordações de Long Island

No Esquerda Republicana, inquiri o Ricardo Alves sobre se teria cabimento supor-se que algum condutor poderia alguma vez seguir de Alcântara a Benfica sem notar que a polícia o estava a mandar parar. Lembrei-me de uma história que era muito contada na universidade onde estudei, em Long Island, no estado de Nova Iorque, e concluí que essa possibilidade, embora muito remota, até pode ter algum cabimento.
A história resume-se da seguinte forma: um aluno tinha defendido a sua tese nesse dia, e decidiu ir a Nova Iorque com os amigos celebrar. O grupo foi de carro (uns 80 km), com o novo graduado ao volante. Saíram da universidade e não pararam num sinal de stop. A polícia viu e mandou-os parar. Só que o estudante não viu o carro da polícia (deveria ir a conversar com os amigos) e seguiu. Seguiu dentro da universidade, seguiu na estrada de acesso à autoestrada, seguiu na autoestrada. Sempre com um carro da polícia atrás, a mandá-lo parar. Tanto seguiu, tanto seguiu, até um certo ponto, em que tinha a autoestrada cortada com carros–patrulha à espera do carro fugitivo.
O que há a aprender deste episódio? Que fique bem claro: não defendo os modos de atuar da polícia americana, nem pretendo que ela seja exemplo para a portuguesa. Mas há sobretudo que comparar. Onde é que a polícia portuguesa alguma vez tinha meios para cortar uma autoestrada para intercetar um fugitivo? As notícias ontem falavam numa perseguição na Austrália que envolveu cem policiais. Não morreu ninguém nem consta que tenha havido tiros. Seria possível em Portugal mobilizar cem policiais para uma perseguição?
Desde essa altura que tenho a ideia que a polícia portuguesa tem muito poucos recursos, muito má preparação, e faz o que pode com eles. É uma profissão mal paga e muito pouco dignificada. Os polícias, que não podem ser sindicalizados, têm de andar sempre impecavelmente apresentados, e no entanto são eles que têm que comprar e tratar as suas fardas. Têm acesso a armas, mas têm de justificar toda e cada bala que disparam (e ainda bem!). Arriscam a sua vida. São sempre identificados. Quando erram, são responsabilizados. Têm muitas vezes opiniões xenófobas, que transparecem de certas declarações que eles não devem nem têm de proferir, mas não têm grande formação (nem sequer para o seu próprio ofício).
Situações como a que ocorreu esta semana são lamentáveis e não podem ficar sem resposta; devem ser apuradas responsabilidades e punir quem tiver de ser punido. O ministro da Administração Interna deveria exigir um inquérito. Agora, antes de desatarmos a tratar o corpo da polícia como um bando de criminosos (que eles não são), deveríamos refletir sobre o que lhes podemos exigir com os recursos, os meios e a preparação que eles têm ao seu dispor.
O resto da história do estudante, não sendo muito feliz, também não chega a ser trágica: o estudante ficou um ou vários dias na prisão, não sei precisar (sei que era europeu, e graças a esta história perdeu o avião de regresso ao seu país…). Por originalmente não ter parado num stop. Podemos achar exagerado, mas pelo menos cumprem-se as leis, que são iguais para todos. Mas o que eu quero frisar é que o estudante fugitivo foi apanhado e não morreu. Nem levou nenhum tiro.

Também publicado no Esquerda Republicana

2010/03/03

O ataque de Alvaiázere

Este fim de semana sucedeu-me algo surreal no email – fui vítima de dois ataques de spam, do Instituto Português de Fotografia e da Câmara Municipal de Alvaiázere. Não faço ideia de como o meu email foi parar a tais instituições. Tal como eu, muitos portugueses sofreram o mesmo ataque. Pude confirmar isto, infelizmente, pois foi muito maior a quantidade de emails que eu recebi de pessoas a protestarem por terem recebido os emails. Essas pessoas protestavam… respondendo ao email. A resposta dessas pessoas era reenviada a todos os outros recetores. E, apesar de receberem muito mais emails de protesto do que do endereço original propriamente dito (via-se porque o endereço de onde o email era enviado nunca era o mesmo – era o da pessoa que protestava), não discorriam que quem estava a ler aqueles emails eram somente os prejudicados. E quanto mais emails enviassem pior. E enviavam, enviavam, enviavam. Coisas admiradas, do tipo “Eu não sou de Alvaiázere, sou de Gaia!”. Coisas bem educadas, como “Por favor retirem-me da vossa lista de emails.” Coisas iradas: “Já disse que parem de me enviar emails!” Não sei quantos emails recebi e apaguei este fim de semana, mas devem ter sido centenas. Se alguém que recebe estes emails me estiver a ler, por favor pare de enviar protestos.