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2011/05/10
Preço campeão
O bom e velho Intermarché vende o muito agradável Conventual tinto ao belíssimo preço de 1,98€, com oferta do preço de uma garrafa (em cartão) a quem comprar duas. Fica a 0,99€ a garrafa (ver aqui - acaba hoje).
O inimitável Continente, num folheto cheio de parangonas, vende o mesmo vinho como uma "promoção" a 2,98€ a garrafa.
2009/08/21
O "concorrente"
Entendo que as grandes superfícies de comércio alimentar precisem de propaganda televisiva para terem visibilidade (o saudoso Carrefour deveria ter apostado mais nisso). Entendo menos a propaganda que visa somente denegrir o concorrente (que foi inaugurada pelo Pingo Doce e seguida pelo Jumbo). Nisso o Minipreço é exemplar. Lamento que o LiDL a siga. E não compreendo esta sanha contra o Continente (de que eu estou longe de ser fã, como é sabido), quando o principal concorrente do LiDL nem é o hipermercado da Sonae.
2009/03/14
Resumo da sexta-feira 13
Comprei uma bicicleta espectacular (a sério). O pedal partiu-se a meio da primeira viagem, entre o Continente de Braga e a minha casa.
2009/02/16
Grandes marcas com quanto por cento de desconto? (2)

Na sequência deste texto de Maio, e para que conste.
Refiro-me ao vinho tinto "Mestre Franco Reserva 2007", da Adega Cooperativa de Mourão (Granja-Amareleja).
No Continente, o preço "normal" é 4.99€. Com 50% de "desconto", a "grande promoção" fica em 2.49€.
Em qualquer Minipreço encontra-se o mesmíssimo vinho ao preço regular de 2.39€ (encontra-se também o vinho regional, sem ser reserva, a 1.99€.)
Em Novembro e em Janeiro eu tive cupões ("que complicação!", diria um concorrente de ambas as cadeias) respectivamente de 25% e 20% de desconto, com os quais o preço deste vinho passava a 1.80€ e 1.91€. Mas estes cupões que aparecem de vez em quando nem são o mais relevante. O importante é comparar o preço normal numa outra loja com o preço "de desconto" do Continente.
Não vou voltar a chamar a esta discrepância uma "vigarice". Vigarice, para mim, seria aumentar artificialmente o preço de um artigo para depois o vender, a um preço normal, chamando-lhe "promoção". Nunca tinha visto o vinho "Mestre Franco" no Continente, pelo que não sei se tal é ou não verdade. Interessa somente comparar a política de preços de uma cadeia de lojas com a qual (segundo ela mesmo afirma) "podemos contar".
2008/05/05
Grandes marcas com quanto por cento de desconto?

Anuncia-nos o Continente o vinho tinto regional da Adega Cooperativa de Nelas (colheita normalíssima) a 2,50€, com 50% de desconto em cartão, ou seja, para portadores do cartão “Continente” o referido vinho sai ao módico preço de 1,25€ a garrafa. Aparentemente um grande negócio… não se desse o facto de o preço normal desse mesmo vinho, no Minipreço, ser 1,39€. Então, das duas uma: ou o Continente vende em geral o vinho muito mais caro do que o Minipreço, ou o preço deste vinho foi inflacionado durante esta promoção, de forma a um desconto de 0,14€ ser assim apresentado como de 50%, ou seja, de 1,25€. Este tipo de inflação temporária, de forma a um pequeno desconto ser apresentado como substancial, é prática comum nas grandes superfícies (não só do Continente). A ASAE deveria estar atenta a estes casos. Se o mais importante aqui é a liberdade de o hipermercado fixar os preços do vinho, há que ser consistente com o preço fixo não só durante o período de promoção. Neste caso, haveria que obrigar o Continente a vender aquele vinho ao preço regular de 2,50€ durante um período considerável, digamos seis meses.
2008/03/24
Pequenas vigarices que a ASAE não detecta
A ASAE continua a actuar, mesmo na quadra de Páscoa, sem olhar a quem. Continuem!
Pelo meu texto anterior talvez possam concluir que sou favorável ao encerramento das grandes superfícies ao domingo. Não é necessariamente verdade; simplesmente gosto que as leis sejam cumpridas. (Sobre a abertura das grandes superfícies ao domingo, em princípio sou favorável, pois o contrário parece-me anacrónico. Mas não faço disso um combate: há assuntos muito mais importantes e, de resto, é minha opinião que desde que o Carrefour voluntariamente saiu de Portugal deixou de haver grandes superfícies que valham mesmo a pena.)
No sábado de Páscoa desloquei-me ao Continente para comprar um folar. No folheto de propaganda vinham anunciados a 3,45€ o quilo. Ao chegar lá, encontro o sinal grande pendurado: “artigo de folheto: folar - 3,45€/kg”. Mesmo por baixo, todos os folares que encontro têm o mesmo preço: 2,24€. O seu peso não vem indicado em lado nenhum. Desconfiado, pego num e levo-o à frutaria para pedir que mo pesem. 400 g, têm aqueles folares. Não é preciso ter uma grande cabeça para concluir que o preço ao quilo daqueles folares é bem superior aos 3,45€ anunciados. Queixo-me na padaria; dizem-me que os folares àquele preço estavam a chegar; era uma questão de esperar um bocadinho. E acabaram por chegar, a 3,45€ o quilo, de tamanhos diferentes, com pesos diferentes e sempre indicados. A maior parte deles eram maiores e mais baratos que os outros sem peso indicado. Desapareceram rapidamente. E lá continuaram os folares que estavam antes: de 400 g, mas sem indicação do peso (só o preço e a data), vendidos a um preço bem superior. Mesmo por baixo do cartaz que indicava: “artigo de folheto: folar - 3,45€/kg”.
Pelo meu texto anterior talvez possam concluir que sou favorável ao encerramento das grandes superfícies ao domingo. Não é necessariamente verdade; simplesmente gosto que as leis sejam cumpridas. (Sobre a abertura das grandes superfícies ao domingo, em princípio sou favorável, pois o contrário parece-me anacrónico. Mas não faço disso um combate: há assuntos muito mais importantes e, de resto, é minha opinião que desde que o Carrefour voluntariamente saiu de Portugal deixou de haver grandes superfícies que valham mesmo a pena.)
No sábado de Páscoa desloquei-me ao Continente para comprar um folar. No folheto de propaganda vinham anunciados a 3,45€ o quilo. Ao chegar lá, encontro o sinal grande pendurado: “artigo de folheto: folar - 3,45€/kg”. Mesmo por baixo, todos os folares que encontro têm o mesmo preço: 2,24€. O seu peso não vem indicado em lado nenhum. Desconfiado, pego num e levo-o à frutaria para pedir que mo pesem. 400 g, têm aqueles folares. Não é preciso ter uma grande cabeça para concluir que o preço ao quilo daqueles folares é bem superior aos 3,45€ anunciados. Queixo-me na padaria; dizem-me que os folares àquele preço estavam a chegar; era uma questão de esperar um bocadinho. E acabaram por chegar, a 3,45€ o quilo, de tamanhos diferentes, com pesos diferentes e sempre indicados. A maior parte deles eram maiores e mais baratos que os outros sem peso indicado. Desapareceram rapidamente. E lá continuaram os folares que estavam antes: de 400 g, mas sem indicação do peso (só o preço e a data), vendidos a um preço bem superior. Mesmo por baixo do cartaz que indicava: “artigo de folheto: folar - 3,45€/kg”.
2008/01/09
Clientes do Carrefour lamentam saída da empresa de Portugal

Notícia do DN de 5 de Janeiro:
"Consumidores gostavam dos produtos franceses e da diferenciação da loja
(...)Preferia o Carrefour, porque tinha produtos mais diversificados e preços mais baixos. Havia artigos franceses bons que não se vendem noutros locais". A opinião de Edmundo Mendes, 60 anos, é partilhada por Isabel Pinheiro, 53 anos. "O Carrefour tinha coisas mais especiais." (...)
Nas prateleiras ainda podem encontrar-se muitos produtos da marca Carrefour, que estarão à venda até serem escoados os stocks existentes.
No carrinho de compras, Inácio Domingos leva vários produtos da marca francesa, como iogurtes. Quer aproveitar os últimos artigos disponíveis da marca própria. "Lamento que os preços estejam mais caros. Os iogurtes e a água, por exemplo, custam mais. A qualidade do Carrefour era superior". Apesar disso, Inácio vai tornar-se cliente do Continente, até porque "moro perto, mas não tenciono comprar tudo aqui, vou passar a ir mais vezes ao Jumbo de Alfragide".
Da mesma forma, Rosa Maria Madeira, 47 anos, tenciona visitar com mais frequência as lojas do grupo Auchan. "Fiquei furiosa quando soube que o Carrefour ia desaparecer. O Continente tem um estilo mais de feira, com música alta, mas com preços mais caros. Vou passar a ir mais ao Pingo Doce e ao Jumbo"."
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