2006/07/03

Foram-se os inhos, fica o Lulinha


O meu texto anterior foi escrito a pensar que Portugal iria jogar com o Brasil – e então é que a superioridade moral seria toda perdida (se nos lembrarmos de quem é o presidente daquela república). A superioridade moral contra a França também não existe, e começa a existir uma forte superioridade moral da França contra os blogues portugueses que começam a apresentar entradas como esta, caídas do céu, sem que nada o justifique.
Mas o time dos inhos, o Robinho, o Ronaldinho Gaúcho, o Ronaldinho Gorducho e outros que tais foi bem eliminado pela França e foi para casa. Eu gosto muito de futebol quando é bem jogado, mas não tenho grande paciência para inhos. Gosto de lidar com gente adulta. Do Brasil eu gosto de novelas, samba e bossa nova. Do Chico e do Caetano. E do grande presidente: esse é que não vai para casa. Vai continuar a defender bem as cores do Brasil e da América Latina como o tem feito. Para o André, saudoso do time dos inhos, e que está evidentemente cheio de dorzinha de cotovelinho, eu dedico esta foto do Lulinha.

5 comentários:

Hugo Mendes disse...

Esse texto que referes do André - http://oinsurgente.blogspot.com/2006/07/frana-que-perdeu-no-domingo.html - nem sequer é dorzinha de cotovelo, é puro malabarismo misturado com ignorancia.

André Abrantes Amaral disse...

Caro Hugo Mendes, o meu texto é uma mera piada, com um pouco de realidade. Exagerada, pois claro. Mas não passa de uma piada.

Filipe, não tive dor de cotovelo, apenas mágoa. A França mereceu ganhar. Agora essa do Lula... :-)

Filipe Moura disse...

Ó André, quem começou a misturar futebol com política foste tu...

Francisco Curate disse...

Filipe, não percebo essa da superioridade moral da França... Já leste os comentários do Gallas ou os ataques da imprensa francesa à selecção??? Isso tira-lhes qualquer superioridade moral que pudessem ter... Abraço

Filipe Moura disse...

Bem, antes o chauvinismo francês, apesar de tudo. Mas de facto não lhes fica bem. Como disse aqui, o texto anterior tinha sido pensado para o Brasil...
Um abraço para ti, Francisco.