2006/10/10

Assim se vê a influência do Expresso

Na semana passada lá voltou a sair um Expresso cuja manchete era “fabricada”. Tratava-se de um “rumor”, de que Paulo Portas e Marcelo Rebelo de Sousa tinham um acordo sobre o aborto. Nenhum tipo de fundamentação. Só um “rumor”. Nada mais.
O “rumor” foi prontamente desmentido pelos envolvidos. Só que, no domingo, lá vinham o Público e o Diário de Notícias desmentir... o rumor do Expresso!
A “escola” do Arquitecto Saraiva (e a bem dizer, do Professor Marcelo) é esta: arranjar “rumores” que não podem ser provados, criar “casos”, tentar sempre influenciar a agenda política, sempre por dentro do “sistema”. (Ao menos o velho Independente não se limitava a publicar rumores: fazia acusações concretas. Podia só acabar em tribunal, mas as suas manchetes referiam-se a factos eventualmente comprováveis, por muito falsos que por vezes fossem. E não era um jornal do “sistema”.) O Arquitecto Saraiva gostava de se gabar e dizer que o Expresso que ele dirigia era “o mais influente jornal português”.
Agora o Arquitecto Saraiva já não dirige o Expresso, mas a sua “escola” mantém-se. E por muito que me custe admiti-lo (por não gostar nada do jornal), a “influência” também. O que dizer de um jornal que publica notícias falsas na primeira página, para no dia seguinte serem desmentidas... pelos outros jornais? Para mim, de facto, isto é "ser influente".

2 comentários:

Bajoulo disse...

Mitos Comunistas

(Grandes Aldrabices)
Em Maio de 1940, enquanto que a França colaboracionista se ajoelhava às patas de Hitler, 700 mil refugiados judeus amontoavam-se em Bordéus. Apercebendo-se da situação desesperada daquela gente, o cristão António de Oliveira Salazar deu ordens ao pessoal do consulado para darem com urgência os vistos. Aristides Sousa Mendes viu nisto uma fonte extra de rendimentos, para assim poder satisfazer a sua exigente mulher, cumpriu a ordem , mas a troco de 500$00 cada passaporte. O negociante diplomata partiu para Bayone, foi até à fronteira de Henday e, com a sua caneta, começou a assinar a papelada….dando assim início ao negócio. Quando Salazar é informado da situação, manda regressar o responsável e expulsa-o do Corpo Diplomático, obrigando-o a devolver o dinheiro. Ficará célebre a frase de Salazar: ‘Salvarei todos os que puder ‘”.

www.correiodariapa.no.sapo.pt

Bajoulo disse...

Mitos Comunistas

(Grandes Aldrabices)
Em Maio de 1940, enquanto que a França colaboracionista se ajoelhava às patas de Hitler, 700 mil refugiados judeus amontoavam-se em Bordéus. Apercebendo-se da situação desesperada daquela gente, o cristão António de Oliveira Salazar deu ordens ao pessoal do consulado para darem com urgência os vistos. Aristides Sousa Mendes viu nisto uma fonte extra de rendimentos, para assim poder satisfazer a sua exigente mulher, cumpriu a ordem , mas a troco de 500$00 cada passaporte. O negociante diplomata partiu para Bayone, foi até à fronteira de Henday e, com a sua caneta, começou a assinar a papelada….dando assim início ao negócio. Quando Salazar é informado da situação, manda regressar o responsável e expulsa-o do Corpo Diplomático, obrigando-o a devolver o dinheiro. Ficará célebre a frase de Salazar: ‘Salvarei todos os que puder ‘”.

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