O ilustríssimo João Gaspar regressou com o Macaco na Prisão.
Por outro lado, o não menos ilustre Nélson Sousa acabou com o Faxavor. Espero que regresse em breve.
O Marco Robalo (de cujo gabinete escrevo) e mais outros LEFTistas inauguraram o Elefante Quântico. A seguir sem dúvida.
2009/10/23
2009/10/22
2009/10/21
Michael Green sucede a Stephen Hawking
Numa altura em que um dos pioneiros da teoria das cordas perdeu de vez o tino, é bom ver que a gente com juízo ainda é recompensada. Michael Green, um dos grandes exploradores (e mestres) das supercordas, é o novo professor Lucasiano de Matemática na Universidade de Cambridge, sucedendo a Stephen Hawking, que se reformou e vai para o Instituto Perimeter no Canadá. Green (não confundir com o divulgador - embora também bom físico - Brian Greene) já era professor na Universidade de Cambridge, que optou assim por uma solução interna para a cátedra que já foi de Isaac Newton.
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Física
2009/10/20
A grande dúvida sobre o próximo governo
Que professor do Instituto Superior Técnico é que vai ser o futuro ministro da Ciência e Ensino Superior?
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Esquerda Republicana,
Política,
Universidade
2009/10/19
2009/10/16
Sobre o "caso Maitê Proença"
Eu nem queria acreditar quando assisti ao abespinhado apresentador Pedro Pinto, do "Jornal Nacional" da TVI, que constantemente referia a "ignorância" de Maitê Proença, numa apresentação "engajada" (Manuela Moura Guedes fez mesmo escola naquela casa). Em que é que consistia essa ignorância?
- chamar "vilazinha" a Sintra? No português do Brasil, o diminutivo não é depreciativo (ao contrário de, por vezes, em Portugal). Pensem por exemplo nos jogadores de futebol - acaba tudo em "inho". Não há ofensa nenhuma (muito menos ignorância) em um brasileiro referir-se à "vilazinha" de Sintra;
- dizer que em frente a Belém está "o mar"? Bem, se foi dali que Vasco da Gama partiu, a confusão é legítima. Ninguém sabe muito bem onde acaba o rio e começa o mar naquela zona - a estação de comboio da linha de Cascais chama-se "Alcântara-Mar" e não "Alcântara-Rio". De resto, logo no próprio vídeo a correcção é feita;
- não saber que o 3 ao contrário é "místico"? Eu também não sabia. E acho que ela tem todo o direito a gozar com o misticismo;
- a afirmação "o ditador Salazar esteve no poder mais de 20 anos" é matematicamente verdadeira. Sabemos que na linguagem comum "mais de 20 anos" quer dizer "menos de 30", o que relativamente a Salazar é errado. Mas mais grave seria não saber história portuguesa - Maitê tem, pelo menos, noções. Quantos dos que a criticam têm noções de história brasileira? E, já agora, quantos dos que a criticam sabiam que o padrão dos Descobrimentos é uma obra do salazarismo, como Maitê afirmou?
- Maitê aproveitou para referir-se (num tom jocoso) aos portugueses que elegeram Salazar como "o melhor português de sempre". Creio que a irritação de muito boa gente vem daqui. Apostaria que os críticos mais indignados de Maitê que por aí vemos concordam que Salazar é o melhor português de sempre. Este episódio não pode ser totalmente compreendido sem considerar esta parte do vídeo.
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Televisão
2009/10/15
Seinfeld no Twitter
Uma situação imaginada na Slate:
I Enjoy a Good Tweet
The cast of Seinfeld expounds on the latest Internet phenomenon.
By Frank Ferri
Posted Monday, Oct. 12, 2009, at 3:11 PM ET
INT. JERRY'S APARTMENT—DAY
ELAINE and JERRY are standing around JERRY'S kitchen counter. GEORGE is sitting on the couch typing on a laptop.
JERRY: Again with the Twitter?
GEORGE: What? I can't tweet?
ELAINE: No one said you can't tweet.
GEORGE: Jerry did. Jerry's got a problem with my tweeting.
JERRY: Please, tweet away. Tweet all you want. Tweet your heart out.
GEORGE: I will. I enjoy a good tweet.
ELAINE: Fine, but don't you think it's a bit much with the tweets?
GEORGE: Who are you? The queen of tweets? I think I tweet the perfect amount.
JERRY: You know, you've got to have something to tweet about in order to tweet.
GEORGE: I got plenty to tweet about, baby!
JERRY: No, no you don't. You see, you have the Twitter account and the laptop. But you don't have anything worthwhile to tweet about. No job, no girlfriend, no …
KRAMER enters, nearly knocking over JERRY as he stumbles into the living room.
KRAMER: Giddyup. (Notices George.) What's with Poindexter on the laptop?
ELAINE: He's tweeting again.
KRAMER: My God! You're tweeting all over the place!
GEORGE: I tweet just as often as the next guy. No one stops George Costanza from tweeting!
KRAMER: I ever tell you about my friend Bob Sacamano? Tweeted way too much. (Getting animated.) Tweeted like there was no tomorrow!
GEORGE: So?
KRAMER: (high-pitched) He's dead.
ELAINE: Death by Twitter?
KRAMER: You said it, sister.
JERRY: What's the deal with that 140-character limit, anyway? Like if it was 141, the Internet would break?
GEORGE: Ooh, that's good. Can I tweet that?
LAUGHTER. APPLAUSE. END SCENE.
I Enjoy a Good Tweet
The cast of Seinfeld expounds on the latest Internet phenomenon.
By Frank Ferri
Posted Monday, Oct. 12, 2009, at 3:11 PM ET
INT. JERRY'S APARTMENT—DAY
ELAINE and JERRY are standing around JERRY'S kitchen counter. GEORGE is sitting on the couch typing on a laptop.
JERRY: Again with the Twitter?
GEORGE: What? I can't tweet?
ELAINE: No one said you can't tweet.
GEORGE: Jerry did. Jerry's got a problem with my tweeting.
JERRY: Please, tweet away. Tweet all you want. Tweet your heart out.
GEORGE: I will. I enjoy a good tweet.
ELAINE: Fine, but don't you think it's a bit much with the tweets?
GEORGE: Who are you? The queen of tweets? I think I tweet the perfect amount.
JERRY: You know, you've got to have something to tweet about in order to tweet.
GEORGE: I got plenty to tweet about, baby!
JERRY: No, no you don't. You see, you have the Twitter account and the laptop. But you don't have anything worthwhile to tweet about. No job, no girlfriend, no …
KRAMER enters, nearly knocking over JERRY as he stumbles into the living room.
KRAMER: Giddyup. (Notices George.) What's with Poindexter on the laptop?
ELAINE: He's tweeting again.
KRAMER: My God! You're tweeting all over the place!
GEORGE: I tweet just as often as the next guy. No one stops George Costanza from tweeting!
KRAMER: I ever tell you about my friend Bob Sacamano? Tweeted way too much. (Getting animated.) Tweeted like there was no tomorrow!
GEORGE: So?
KRAMER: (high-pitched) He's dead.
ELAINE: Death by Twitter?
KRAMER: You said it, sister.
JERRY: What's the deal with that 140-character limit, anyway? Like if it was 141, the Internet would break?
GEORGE: Ooh, that's good. Can I tweet that?
LAUGHTER. APPLAUSE. END SCENE.
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Seinfeld
2009/10/14
Nas Fronteiras do Universo
Ciclo de conferências na Gulbenkian. Hoje às 18 horas fala Alfredo Barbosa Henriques, meu professor de Relatividade e Cosmologia no Instituto Superior Técnico, sobre "O Universo de Einstein". Com transmissão directa online.
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Física
2009/10/12
Espinho
Foi finalmente concretizado um projecto muito antigo: o túnel da linha do comboio, que passou a ser subterrânea e deixou de dividir esta cidade em duas. Só que os responsáveis só se preocuparam com o soterramento da linha, e não com o planeamento do que fazer à supefície. Onde antes estavam as linhas de comboio (e uma estação bem bonita), agora está um descampado com vedações, que continua a dividir a cidade, é mais feio, e ninguém sabe bem o que vai lá ser feito. Creio que terá sido esta desorientação que custou ao PS este antigo bastião no conservador distrito de Aveiro.
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Aveiro,
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Política
Margem Sul do Tejo
O Bloco de Esquerda teve derrotas assinaláveis ao não eleger vereadores em Lisboa e no Porto. Só nalguns municípios da margem sul do Tejo atingiu tal desiderato, sendo que em Almada roubou mesmo a maioria absoluta à CDU, que desce à custa do crescimento do Bloco de Esquerda (não do PS). Vai ser um laboratório político interessante, Almada. Falta um vereador à CDU para a maioria absoluta. Elegeram vereadores PS, PSD e Bloco. Não me admiriaria se o acordo mais fácil fosse entre a CDU e o PSD.
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Esquerda,
Esquerda Republicana
Alentejo
No Alentejo, o PS é o voto útil da direita para derrotar a CDU. Já fora assim com Évora há doze anos. Foi agora com Beja e Aljustrel, onde a direita desaparece, sendo que no primeiro caso a CDU perde ganhando votos.
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Esquerda Republicana,
Política
Lisboa
Tal como Carlos do Carmo e tantos outros lisboetas, costumava votar na CDU para as autárquicas. Desta vez votei no PS (e apoiei publicamente a candidatura de António Costa).
Tal como (quase que aposto!) Carlos do Carmo e muitos outros lisboetas, tenho pena que a CDU tenha perdido um vereador, mas não me arrependo de nada. Principalmente porque creio que votei (convictamente) num grande presidente de câmara, mas também porque, como se comprovou, o risco de vitória de Santana Lopes era real. E havia que não dispersar votos, para não voltar a suceder como em 2001. Já da não-eleição de vereadores do Bloco de Esquerda não tenho pena nenhuma. Em qualquer dos casos, o sectarismo foi penalizado.
Tal como (quase que aposto!) Carlos do Carmo e muitos outros lisboetas, votei na CDU para a Junta de Freguesia. Considero os meus votos muito bem empregues. Nenhum deles foi perdido.
Santana Lopes tinha razão ao apontar o "voto útil" em Costa (para a vereação) por parte dos eleitores mais à esquerda, principalmente da CDU, como se comprova com o muito melhor resultado que a coligação teve nas eleições para as freguesias. Já não tem razão nenhuma (e soa a delírio) falar num "acordo secreto" entre PS e CDU ou numa intenção deliberada do PCP em votar no PS para a vereação. Por um lado estes resultados fortalecem Santana: este voto útil mostra que era um adversário temível para a esquerda. Mas por outro lado tornam evidente que a principal preocupação de grande parte do eleitorado era que Santana não fosse eleito. Santana divide os lisboetas quase ao meio: uma parte significativa ainda gosta muito dele, mas a maioria sente por ele uma rejeição enorme. Por muito que já haja quem afirme o contrário, Santana é um dos grandes derrotados da noite.
Tal como (quase que aposto!) Carlos do Carmo e muitos outros lisboetas, tenho pena que a CDU tenha perdido um vereador, mas não me arrependo de nada. Principalmente porque creio que votei (convictamente) num grande presidente de câmara, mas também porque, como se comprovou, o risco de vitória de Santana Lopes era real. E havia que não dispersar votos, para não voltar a suceder como em 2001. Já da não-eleição de vereadores do Bloco de Esquerda não tenho pena nenhuma. Em qualquer dos casos, o sectarismo foi penalizado.
Tal como (quase que aposto!) Carlos do Carmo e muitos outros lisboetas, votei na CDU para a Junta de Freguesia. Considero os meus votos muito bem empregues. Nenhum deles foi perdido.
Santana Lopes tinha razão ao apontar o "voto útil" em Costa (para a vereação) por parte dos eleitores mais à esquerda, principalmente da CDU, como se comprova com o muito melhor resultado que a coligação teve nas eleições para as freguesias. Já não tem razão nenhuma (e soa a delírio) falar num "acordo secreto" entre PS e CDU ou numa intenção deliberada do PCP em votar no PS para a vereação. Por um lado estes resultados fortalecem Santana: este voto útil mostra que era um adversário temível para a esquerda. Mas por outro lado tornam evidente que a principal preocupação de grande parte do eleitorado era que Santana não fosse eleito. Santana divide os lisboetas quase ao meio: uma parte significativa ainda gosta muito dele, mas a maioria sente por ele uma rejeição enorme. Por muito que já haja quem afirme o contrário, Santana é um dos grandes derrotados da noite.
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Esquerda Republicana,
Lisboa,
Política
2009/10/09
A minha declaração de voto em Lisboa
Voto em António Costa. Porque foi o único candidato que fez um esforço efectivo para unir a esquerda. Porque a eleição de Santana Lopes (que seria muito má para a cidade – o triunfo do automóvel privado) é um perigo real, que não se deve subestimar, pelo que não deve haver votos perdidos ou dispersados. Acima de tudo, porquje creio que Costa mostrou, nestes dois anos, que é um excelente Presidente. E, queira-se ou não, é Costa que tem marcado a agenda destas autárquicas lisboetas (o que, contra um adversário como Santana, é notável). Uma pequena mas significativa demonstração deste facto é o desmascarar definitivo das intenções políticas da corporação do automóvel (ao que este clube, que já foi respeitável, chegou!). Independentemente das óbvias motivações políticas do seu presidente, o ACP quer eleger os ciclistas como inimigos. E quem quiser esta guerra perde (é isso que eu costumo dizer aos meus amigos do Menos Um Carro – defender os peões e os ciclistas, mas sem declarar guerra aberta aos automobilistas: convencê-los). Por uma Lisboa sustentável e plural, o meu voto só pode ser em António Costa.
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Debate sobre Lisboa (2) – as propostas de Santana
Não tenho a mínima saudade dos tempos de Santana Lopes à frente do município (enm fdo governo) e tudo farei para impedir o regresso ao poder do candidato que quer transformar Lisboa num imenso túnel. Mesmo assim, há duas propostas suas que vale a pena reter (e foram objecto de discussão no debate).
Uma dessas propostas é a venda, por parte da Câmara, das habitações por esta detidas aos inquilinos que para isso se mostrarem interessados. Só é pena que Santana não estenda tal proposta a todos os senhorios e todos os inquilinos, mas somente à Câmara (após muitos anos de permanência numa casa um inquilino deveria ter a opção de a comprar e o senhorio a obrigação de a vender – por que não?). A proposta de Santana tem o mérito de ir contra o politicamente correcto (muitas vezes defendido por uma “esquerda”) de que a culpa pelo mau estado das casas é dos inquilinos que pagam rendas baixas.
A outra é a não desactivação do Aeroporto da Portela (muito embora seja indispensável a construção de um novo aeroporto na região de Lisboa). Nesta proposta Santana junta-se aos outros candidatos de esquerda, contra António Costa. O que vale é que esta não é uma questão que dependa da Câmara Municipal de Lisboa (depende sobretudo do governo). Haveremos de voltar a ela.
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Lisboa,
Política
Debate sobre Lisboa (1) – o outro António Costa
O debate de anteontem na RTP foi muito alargado. Excessivamente. Ficámos a conhecer candidatos que preferíamos desconhecer, como o do PNR (que se limitou a defender o uso do carro e a queixar-se da retirada dos cartazes xenófobos do seu partido – o que não é uma questão autárquica) e o do MMS (que por coincidência também se chama António Costa). Este último não sabe que o verbo “intervir” se conjuga como “vir” e não como “ver” (tendo proferido um “intervimos” em vez de “interviemos”). Que falta de mérito! A meio do debate, este António Costa armou-se em Santana Lopes e abandonou a sala (onde nunca deveria ter entrado). Terá ido para a “Conchichina” (uma espécie de China em forma de concha, que também só o seu partido conhece)?
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O apoio que faltava
Digna de destaque é a “declaração de apoio que não é uma declaração de apoio” de Manuel Carvalho da Silva a António Costa. Apesar de tudo, o coordenador da CGTP afirmou que é muito importante a vitória de Costa, o que é muito diferente da posição oficial do PCP, para quem “não há diferenças” entre o PS e o PSD. Só é pena que a posição de Carvalho da Silva seja estritamente “autárquica” e não envolva o governo do país. Seria interessante ver Carvalho da Silva afirmar, por exemplo, que a avaliação de professores é necessária (mesmo se em moldes diferentes dos propostos pelo governo), em contraste com mais esta posição lamentável do PCP. Como se pode pensar em coligações de governo entre o PS e o PCP quando este partido defende posições destas?
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2009/10/06
Dez anos sem Amália
Entretanto, a SIC parece que vai estrear uma telenovela chamada "Perfeito Coração", aproveitando o (merecido) sucesso da versão do projecto "Amália Hoje". Só espero que os espectadores dessa novela não se esqueçam de que a música chama-se "Gaivota" e era interpretada pela Amália.
2009/10/05
O regresso
Voltou o Conan (à SIC Radical)! Eu não tenho TV Cabo, mas estou contente à mesma.
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Televisão
2009/10/02
A tralha socrática: Augusto Santos Silva
O PS terá que tentar estabelecer pontes e acordos com os outros partidos de esquerda. Sabemos que tais pontes só serão possíveis em casos pontuais, mas o PS não pode ser acusado de não as tentar estabelecer. Por isso terá de se assistir ao afastamento de Augusto Santos Silva, o ministro dos assuntos parlamentares que assumiu que gosta de “malhar” nos partidos à sua esquerda, mas não hesitou, há três semanas, em directo, no “Prós e Contras”, a dirigir-se ao reaccionaríssimo Paulo Rangel como “o meu amigo” (algo que não fez a mais nenhum dos membros dos partidos presentes no programa). Talvez por dois tripeiros serem sempre amigos (por aqui se vê que o Porto é uma cidade pequena). Talvez, mais provavelmente, por o ex-maoísta (mas ainda bem maoísta na mentalidade) Santos Silva preferir qualquer outra alternativa a aliar-se ao PCP. É essa a cultura maoísta portuguesa, também presente em muitos sectores do Bloco de Esquerda (não todos). Convergências à esquerda assim são difíceis. Mas o PS não é o principal culpado de tal facto. Esta semana Santos Silva voltou ao “Prós e Contras”, pela enésima vez. Deve ter alguma avença. Ou então é porque a apresentadora é tripeira (também deve ser “sua amiga”). Que se mantenha como comentador, se ele e Fátima Campos Ferreira quiserem. Mas se o PS quer um mínimo de convergência à esquerda não o pode ter no governo. Muito menos nos assuntos parlamentares.
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2009/10/01
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