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2007/09/04
2007/08/22
Dez anos

Faz hoje dez anos que desembarquei pela primeira vez no aeroporto JFK, em Nova Iorque, tendo em vista um doutoramento na State University of New York at Stony Brook. Tinha até então sempre estudado e vivido em Lisboa, em casa da minha família, pelo que esta foi uma das datas mais marcantes da minha vida. Iniciava-se uma fase nova para mim e algumas das melhores experiências que já vivi.
2007/08/02
Ponte sobre o Mississipi
Foto The New York TimesFinal de Maio de 2002 (à volta do feriado do Memorial Day). De Nova Iorque até Chicago, pelo Midwest, e depois passando pelo Wisconsin até chegar ao Minnesota. Em autocarros Greyhound e, como referi, tomando o pequeno almoço em cafés Starbucks. O meu objectivo final era as cidades gémeas, Minneapolis e Saint Paul. Separadas pelo Mississipi. E ligadas por pontes como a que caiu ontem.
2007/07/25
É oficial: hablo español!
Tomei um contacto sério com o espanhol quando vivia nos EUA, por causa das telenovelas. Nao das mexicanas (quem vê o Conan O'Brien e conhece a rubrica "Noches de Passión con Señor O'Brien" sabe do que falo), mas das brasileiras. As mesmas que vemos aqui, e que nos EUA sao transmitidas em sinal aberto nos canais em espanhol, dirigidos aos imigrantes hispânicos. Foi a ver as novelas dobradas - e por vezes o noticiero - que me habituei ao espanhol. E aprendi algumas expressoes em espanhol, que só ouvindo ou lendo várias vezes se aprendem. Apesar de o espanhol ser uma língua muito fácil para um português,o vocabulário nao é idêntico. Por isso, e por eu ser muito "académico" e nao dispor de nenhum diploma comprovativo de que falo espanhol, sempre me recusei a admitir oficialmente (que é como quem diz, incluir no meu CV) que o fazia. (Para o inglês e o francês sempre tenho as notas do secundário, além dos anos de residência nos EUA e França).
Até que passei esta semana em Espanha. Como é óbvio, só a falar espanhol. E duas -espanholas - duas, independentemente, e sem quererem mais nada, perguntaram-me como falava espanhol tao bem. OK, é oficial - tenho a aprovaçao das espanholas (e conheci muitas). A partir de agora, o meu currículo vai incluir uma referência à língua de Cervantes. Só me resta ler o original de El Quijote - já o tenho desde a minha anterior visita a Espanha, em 2005.
Até que passei esta semana em Espanha. Como é óbvio, só a falar espanhol. E duas -espanholas - duas, independentemente, e sem quererem mais nada, perguntaram-me como falava espanhol tao bem. OK, é oficial - tenho a aprovaçao das espanholas (e conheci muitas). A partir de agora, o meu currículo vai incluir uma referência à língua de Cervantes. Só me resta ler o original de El Quijote - já o tenho desde a minha anterior visita a Espanha, em 2005.
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2007/07/23
Durma-se com um barulho destes
Houve um grupo vocal que esteve alojado esta semana em El Escorial, ao mesmo tempo que eu, no mesmo colégio que eu. E cantavam, cantavam, cantavam. Comunicavam entre si a cantar. Às refeiçoes era vê-los a cantar. Levavam a vida a cantar. Eu estava com uma amigdalite forte, daquelas que cansam. Nos dois primeiros dias recolhia-me ao meu quarto para descansar em horários nao muito espanhóis. Custava-me a adormecer pois nem no meu quarto, com porta e janela fechadas, deixava de os ouvir. Ouviam-se nos corredores.
In Hora Sexta, "grupo nascido em 2002 com a vocaçao de estabelecer um diálogo entre a música vocal antiga, das épocas renascentista e barroca, e a música vocal contemporânea", deram um concerto na Igreja Velha do Mosteiro de El Escorial na passada quarta-feira. O concerto foi anunciado para os residentes do colégio, mas também para os participantes de todos os cursos (e residentes noutros colégios). Todos tinham direito a um bilhete gratuito.
Consegui o meu bilhete para o concerto de In Hora Sexta. Lamentavelmente, devido à minha convalescença e aos companheiros de colégio (e, talvez, ao fraco café espanhol), passei a primeira parte a dormir.
Texto corrigido.
In Hora Sexta, "grupo nascido em 2002 com a vocaçao de estabelecer um diálogo entre a música vocal antiga, das épocas renascentista e barroca, e a música vocal contemporânea", deram um concerto na Igreja Velha do Mosteiro de El Escorial na passada quarta-feira. O concerto foi anunciado para os residentes do colégio, mas também para os participantes de todos os cursos (e residentes noutros colégios). Todos tinham direito a um bilhete gratuito.
Consegui o meu bilhete para o concerto de In Hora Sexta. Lamentavelmente, devido à minha convalescença e aos companheiros de colégio (e, talvez, ao fraco café espanhol), passei a primeira parte a dormir.
Texto corrigido.
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2007/07/21
Coisas que me têm escapado em El Escorial
Refiro-me a eventos do Colégio Maria Cristina, em San Lorenzo de El Escorial, situado no antigo edifício de la Campaña, construído em 1590, onde me encontro instalado. O rei era Filipe II de Espanha, I de Portugal. Poucos anos antes (1584) tinha sido finalizada a construçao do Mosteiro de El Escorial. Durante esta semana tenho vindo a perder missa, celebrada todos os dias às 20:30 no Colégio. (Vim para uma Escola de Verao de Física Teórica da Universidade Complutense; aqui foi onde me alojaram.) Mas também tenho vindo a perder a piscina do colégio, gratuita pararesidentes, e o vinho Rioja,servido diariamente às refeiçoes. Tudo por causa da amigdalite com que vim para cá.
Terminei o antibiótico ontem. Está na altura de recuperar o tempo perdido.
Terminei o antibiótico ontem. Está na altura de recuperar o tempo perdido.
2007/06/13
Ciao Roma!
Sigo hoje para Roma, para uma conferência em Frascati e um pouco de "turismo científico" na Cidade Eterna e nas imediações. Nos próximos dias não vou escrever com a mesma regularidade. Para a semana devo escrever qualquer coisa, mas só depois do São João devo voltar ao ritmo normal.
2007/06/08
A minha escala Warhol
Retomo aqui a ideia do Francisco Frazão e do Pedro Mexia, adaptada ao meu caso: físicos famosos. Não me refiro a assistir a seminários: refiro-me a físicos com quem tenha privado uns instantes que seja (não espero que nenhum deles se lembre de mim). Restrinjo-me a laureados com o Prémio Nobel. Que eu me lembro, foram os que se seguem.
A minha recente conversa com Claude Cohen-Tannoudji foi relatada aqui. Os meus encontros com David Gross (em Santiago de Compostela) e Franck Wilczek (em Minneapolis) foram descritos aqui. Com Gerard ‘t Hooft, a olhar para o mar da Corunha, enquanto discutia com um espanhol a direcção em que ficava a Grã-Bretanha, falou-se da “estrutura fractal da costa marítima” (‘t Hooft entrou assim na discussão). Via C.N. Yang muitas vezes (doutorei-me no Instituto com o seu nome), mas a única vez que lhe falei foi numa entrevista que ele me concedeu (e ao Nuno, que me visitava), e que deve vir a ser publicada em breve.
Passando para a Medalha Fields, na Matemática, via John Milnor todos os dias no meu doutoramento (o seu instituto era ao lado do meu). Ele dizia-me sempre “hi”. (Uma vez, em Princeton, vieram sentar-se na mesa que partilhava com outros colegas ao almoço ele e o célebre John Nash, mas não lhes dissemos nada.)
Não quero deixar de referir Juan Maldacena, outro físico célebre: na referida escola de Santiago de Compostela, ele veio-me pedir e a outro colega se lhe podíamos emprestar um despertador. Depois fomos jantar umas chuletas de ternera.
Se retirasse esta fasquia “nobel”, a lista seria maior, mas como se definiria a “celebridade” sem um prémio deste género?
Ainda dentro dos “nobeis”, mas desta vez da literatura, como qualquer português que visite a Feira do Livro de Lisboa, tenho um livro autografado por José Saramago (ainda ele não era “nobel”).
E é isto.
A minha recente conversa com Claude Cohen-Tannoudji foi relatada aqui. Os meus encontros com David Gross (em Santiago de Compostela) e Franck Wilczek (em Minneapolis) foram descritos aqui. Com Gerard ‘t Hooft, a olhar para o mar da Corunha, enquanto discutia com um espanhol a direcção em que ficava a Grã-Bretanha, falou-se da “estrutura fractal da costa marítima” (‘t Hooft entrou assim na discussão). Via C.N. Yang muitas vezes (doutorei-me no Instituto com o seu nome), mas a única vez que lhe falei foi numa entrevista que ele me concedeu (e ao Nuno, que me visitava), e que deve vir a ser publicada em breve.
Passando para a Medalha Fields, na Matemática, via John Milnor todos os dias no meu doutoramento (o seu instituto era ao lado do meu). Ele dizia-me sempre “hi”. (Uma vez, em Princeton, vieram sentar-se na mesa que partilhava com outros colegas ao almoço ele e o célebre John Nash, mas não lhes dissemos nada.)
Não quero deixar de referir Juan Maldacena, outro físico célebre: na referida escola de Santiago de Compostela, ele veio-me pedir e a outro colega se lhe podíamos emprestar um despertador. Depois fomos jantar umas chuletas de ternera.
Se retirasse esta fasquia “nobel”, a lista seria maior, mas como se definiria a “celebridade” sem um prémio deste género?
Ainda dentro dos “nobeis”, mas desta vez da literatura, como qualquer português que visite a Feira do Livro de Lisboa, tenho um livro autografado por José Saramago (ainda ele não era “nobel”).
E é isto.
2007/04/27
Problemas informáticos
Problemas com o computador com que geralmente trabalho têm-me impedido de actualizar o blogue. Espero ter o problema resolvido ainda hoje.
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2007/03/01
Um ano
O Avesso do Avesso faz hoje um ano. Muito obrigado a todos os que vão por aqui passando e que contribuiram para as 38656 visitas que o blogue já teve, tendo a página sido carregada um total de 50675 vezes. Desde que o blogue começou, 68% dos visitantes vêm de Portugal, 6,5% de França, 6% do Brasil e 4,1% dos EUA. 10% ao sábado e ao domingo, 15% à segunda e à sexta, 16,6% à terça, quarta e quinta.
Este blogue tem sido o meu espaço de liberdade (e de prisão, às vezes). Espero que quem o visita encontre tanto prazer nisso como eu encontro em escrevê-lo. É para vocês, mas não é por vocês que eu escrevo. Por isso devo agradecer mais uma vez as vossas visitas. Muito obrigado e um abraço a todos.
Este blogue tem sido o meu espaço de liberdade (e de prisão, às vezes). Espero que quem o visita encontre tanto prazer nisso como eu encontro em escrevê-lo. É para vocês, mas não é por vocês que eu escrevo. Por isso devo agradecer mais uma vez as vossas visitas. Muito obrigado e um abraço a todos.
2007/02/22
E tudo se acabou na quarta feira
De volta, depois da folia bairradina. A reportagem fotográfica segue dentro de momentos.
Aqui por estas bandas tudo começou numa Quarta Feira de Cinzas. Há quase um ano.
Aqui por estas bandas tudo começou numa Quarta Feira de Cinzas. Há quase um ano.
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2007/02/20
A música dele, sim, é de levantar poeira
Por estes dias, aqui por este rectângulo, a Capital do Samba é a Mealhada, onde me desloquei, mascarado de judeu ortodoxo, para assistir ao vivo à versão local da Mangueira, cuja bateria é comandada nem mais nem menos do que pelo Sandro. Bom Carnaval para todos.
2007/01/15
Viagens
Um marco pessoal do ano que findou: foi o ano em que bati o meu próprio record de países visitados. Estadias em Portugal, na França e na Holanda. Visitas à Alemanha (duas vezes), à Suíça e à Bélgica. Quase sempre por razões científicas de trabalho (embora em todas tenha aproveitado para fazer algum turismo e conhecer locais que não conhecia, como é evidente). Somente uma das visitas à Alemanha e a estadia na Bélgica foram apenas por turismo.
Gosto muito de viajar, mas um dos meus desejos para 2007 é que faça menos viagens e, em contrapartida, encontre maior estabilidade profissional.
Gosto muito de viajar, mas um dos meus desejos para 2007 é que faça menos viagens e, em contrapartida, encontre maior estabilidade profissional.
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2007/01/02
José Sousa Ramos (1948-2007)

Foi dele a primeira aula a que assisti no ensino superior, num anfiteatro do Pavilhão Central do Instituto Superior Técnico, às oito da manhã de um dia de Outubro. Foi dele o primeiro email que recebi na vida (numa altura em que nem fazia a mínima ideia de como se trabalhava num computador, e ninguém suspeitava ainda o que era a internet), numa área que os alunos tinham nuns computadores horríveis, num sítio horrível chamado CIIST (Centro de Informática do Instituto Superior Técnico), nas caves do mesmo pavilhão. Eram os códigos de um programa em C, já não sei para que aplicação (mas teria a ver com a “sua” teoria do caos), que quis partilhar, todo entusiasmado, com os seus alunos.
Era nosso professor de Álgebra Linear. A Álgebra Linear é uma cadeira fundamental para qualquer curso em que a Matemática seja relevante, muito fácil, quase trivial, mas demora um semestre para um caloiro se aperceber disso (não tem nada a ver com o que se estuda no secundário). O Sousa Ramos não ajudava muito a que um caloiro se apercebesse disso, pois era ele próprio, nas aulas, que declarava que aquilo tudo era muito fácil (mesmo que ninguém estivesse a perceber nada): interessante mesmo era o caos, os atractores estranhos, os fractais. Um atractor estranho era cada um dos quadros dele. Começava por escrever uma coisa num sítio, depois passava a outra num sítio completamente diferente, e assim durante a aula o quadro se ia enchendo, de uma forma completamente desordenada. Finalmente não havia mais espaço para escrever, no meio daquela confusão toda. Lá se decidia então a apagar qualquer coisa, para poder continuar a escrever. Qualquer coisa, não: quando ia apagar, escolhia sempre a última coisa que tinha escrito.
Nós olhávamos para aquilo, saudosos do liceu de onde tínhamos acabado de sair, e meio assustados. Só não estávamos completamente assustados porque ele não assustava ninguém. Era impossível não se gostar dele. O cabelo meio desgrenhado, as barbas grisalhas, a voz afável, e os olhos. Nunca até hoje vi uns olhos tão bondosos como aqueles.
Como acontece muitas vezes, no contacto pessoal, na discussão individual com os alunos, era diferente. Podia passar quase uma tarde com um aluno para lhe tirar uma dúvida. A sua paciência era infindável; se lhe punham uma questão directamente, gostava que essa questão ficasse bem esclarecida.
Também foi com ele que fiz um dos primeiros exames do ensino superior. O exame era conceptualmente bastante fácil, por vezes directo. Uma primeira leitura deixáva-nos tranquilos: era um exame dado, sabia-se fazer tudo, era só “fazer as contas”. O problema é que o exame continha a épica “matriz que não queria ser invertida”: uma matriz quatro por quatro, com entradas que eram todas números inteiros de 1 a 9 (módulo o sinal), que era suposto invertermos. Tinha determinante sete mil e qualquer coisa... Era a pergunta mais fácil daquele exame facílimo. E não houve ninguém que a respondesse, depois de passar um tempo muito precioso a somar fracções com numerador com quatro dígitos... por dezasseis vezes. Foi o exame mais fácil que eu vi na vida. E foi uma desgraça. Lembro-me da surpresa dele com a nossa atrapalhação, e da candura com que assumiu que “não esperava” que fosse tão difícil: “o Mathematica [software de computação simbólica] tinha “cuspido” a resposta num instante!” Felizmente havia uma coisa chamada “segunda época”, e as matrizes para esse exame foram por ele invertidas à mão.
Nunca mais foi meu professor, mas continuei a vê-lo estes anos todos, sempre que regressava ao Técnico. Quis sempre saber de mim e ficávamos uns minutos a conversar. Mostrava-se sempre entusiasmado com o seu trabalho. E falava às vezes do Alentejo, do bom azeite que recebia e que era produzido nas terras que a família possuía no concelho de Moura. Era a única contrapartida que pedia à cooperativa de agricultores local para usarem as suas terras, e era somente para uso pessoal. Não queria ter nada a ver com a venda desse azeite, nem receber nenhum tipo de percentagem das receitas dessa venda: “são os agricultores que produzem o azeite, e são eles que devem receber o dinheiro pelo seu trabalho”, disse-me ele uma vez.
Nunca fumou na vida, mas morreu com um cancro no pulmão galopante, durante o sono, tinha o ano de 2007 poucas horas. Deixa-nos, sobretudo à família (mulher, filhos e neta), mas também a todos os outros que o conheceram, mais pobres.
2006/12/31
Bom ano novo!
Espero um bom ano de 2007. É preciso manter o optimismo.
São estes os meus votos para os meus amigos e leitores. Até 2007.
São estes os meus votos para os meus amigos e leitores. Até 2007.
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2006/12/28
Já tive melhores Natais...
Problemas familiares têm-me impedido de actualizar esta página com a regularidade habitual. Depois do Ano Novo espero voltar a escrever diariamente (ou quase).
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2006/12/08
Reflexão (após não ter conseguido entrar no supermercado por um minuto)
Todos os meus falhanços são assim, por pouco. Quando falho estou sempre próximo, estou sempre quase. O que me deixa sempre a pensar que com mais um pouquinho de esforço, com mais um pouquinho de sorte, talvez conseguisse o objectivo a que me propunha. Como além disso sou teimoso como uma mula, continuo a tentar. Talvez fosse melhor para mim (talvez eu aprendesse mais) se os meus falhanços fossem mais espectaculares, se falhasse por muito.
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2006/12/06
2006/12/04
Utilidades de um pão de forma
Estando ela só de passagem, e de partida, a simpática australiana ofereceu-me o resto do pão de forma. Se eu não o aceitasse, ela deitá-lo-ia fora de qualquer maneira. Sendo eu absolutamente contra o desperdício de qualquer tipo de recursos (a começar pela comida), é claro que aceitei. Só que depois acabei por não o comer em tempo útil. Acabei por não fazer nada com ele. O pobre pão acabou por não ter serventia nenhuma. Não fazer nada, não ter serventia, vírgula. O pão serviu para alguma coisa. Eu fiz alguma coisa com ele. Fiz duas belas entradas para o blogue. Espero que tenham gostado.
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2006/08/28
De regresso
Consulta-se o arxiv, algo negligenciado nos últimos dias, e verifica-se que a Física ainda não acabou.
Entretanto, como é costume, após uma ausência "cai-nos tudo em cima". Por agora deixo-vos com dois textos com uma semana.
Entretanto, como é costume, após uma ausência "cai-nos tudo em cima". Por agora deixo-vos com dois textos com uma semana.
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